Servo de Deus - Paulo Junior - Chamado ao Evangelho

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terça-feira, 14 de junho de 2016

Servo de Deus - Paulo Junior


Porque Deus, a quem sirvo…
Romanos 1:9
É impressionante como a comunidade evangélica contemporânea foi profundamente afetada pelo movimento carismático, que ensina termos que “determinar a benção”, “declarar a vitória”, “exigir de Deus o cumprimento de Suas promessas”, chegando ao absurdo de dizer que temos que “colocar Deus na parede”. Esse movimento tem feito de Deus o maior “papai Noel” da História, um Ser com uma bandeja nas mãos, pronto a atender todos os desejos de uma cristandade carnal e egoísta. Deus é o servo do povo.
Mas, na época do apóstolo Paulo – ah, que bons tempos eram aqueles – na qual se aprendia, vivia e praticava a verdade bíblica. A visão que ele ensina de Deus e dos homens é bem diferente desse movimento moderno. Paulo, em sua introdução na carta aos Romanos, se coloca de forma diametralmente oposta à dos crentes atuais: “O Deus a quem eu sirvo”. Era Paulo quem servia a Deus; quem era o mordomo de Deus; quem estava pronto para atender todos os desejos de Deus e fez isso pelo resto de sua vida!
Você já parou para pensar o quão equivocado estamos: o tempo todo rogamos a Deus para atender nossos caprichos; clamamos para que Ele nos sirva, diuturnamente, em nossas benesses, quando deveria ser exatamente o contrário? Fomos chamados para ser servos deste Deus grande. A palavra “servo”, no original significa “escravo”, estar sujeito completamente à vontade de outrem e, nesse caso específico, o Deus de Abraão.
Não seria magnífico se pensássemos assim? Se deixássemos de ser egoístas e egocêntricos e voltássemos com humildade a Deus para, obedientemente, atendermos à Sua vontade? Que declaração bela e elegante do apóstolo Paulo! Ele poderia bater no peito e dizer, diferentemente de nós: “O Deus a quem eu sirvo”! De fato, toda vida do apóstolo Paulo foi dedicada a servir a Deus: em suas viagens missionárias, na pregação do Evangelho, em ter aberto mão de todo seu direito para viver – até a morte – consumido em servir a Deus.
Abandonemos esse grave equívoco, de ver a Deus como uma entidade barata, utilizada apenas para servir almas caprichosas… Sigamos o estupendo exemplo e recomendação bíblica dada por Paulo, de servir a Deus. Que, a partir de hoje, suas orações mudem. Ao invés de dizer “Senhor, me dê”, vamos dizer, “Senhor, que queres que eu faça”? “Qual Sua vontade, para mim, no dia de hoje”? “Em que posso ser útil para Seu Reino”? Ou, em uníssono com John Wesley, proclamemos com vigor: “Pela manhã, bato continência para o Capitão da minha salvação e pergunto, quais são suas ordens para hoje”?
Em Cristo,
Paulo Junior

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