33 Cristãos são espancados e presos por se recusarem a venerar Buda - Chamado ao Evangelho

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

33 Cristãos são espancados e presos por se recusarem a venerar Buda


perseguição religiosa aos cristãos em várias partes do mundo continua existindo, também, pela intolerância de pessoas que não admitem a existência de outras religiões capazes de ameaças suas crenças ou sistema político sustentado por ideologias controladoras, como é o caso do comunismo na China, Coreia do Norte e Vietnã.
Em novembro passado, por exemplo, cerca de 33 cristãos da comunidade hmong foram detidos na aldeia de Phá Lóm, na província de Nghệ An, simplesmente porque eles se recusaram a venerar uma imagem de Siddhartha Gautama, popularmente mais chamado de “Buda”, que significa “O Iluminado”.
Às informações da prisão por intolerância religiosa foram transmitidas pelo pastor Hoang Van Pa à organização International Christian Concern, que monitora os índices de perseguição religiosa em várias partes do mundo.
O líder evangélico disse que o grupo de cristãos foi levado pelos policiais para uma praça, onde obtiveram um julgamento informal, publicamente, por não seguirem o budismo. Na ocasião, quatro cristãos foram espancados covardemente.
“Devido à sua origem étnica e à alta porcentagem de cristãos praticantes, a comunidade hmong do Vietnã é frequentemente alvo e hostilizada tanto pelo governo quanto pelas comunidades vizinhas”, escreveu a gerente regional da ICC, Gina Goh, segundo informações do portal R7
Essa perseguição aumentou no último ano, porque no início de 2018 o governo comunista do Vietnã aprovou uma lei que aumenta a regulação da prática religiosa no país, acirrando e supressão da liberdade dos cerca de 300 mil cristãos hmongs que vivem na região.
Não por acaso, a organização Portas Abertas, que também auxilia os cristãos perseguidos em todo mundo, já classificou o Vietnã na 17º posição em sua Lista Mundial de Perseguição, atualizada anualmente (a de 2019 ainda será divulgada ainda em janeiro).
“Esses crentes enfrentam exclusão, assédio, discriminação, perda de propriedade e até mesmo ataque violento por sua fé”, denuncia a Portas Abertas. “O nível de violência aumentou consideravelmente no último ano. As atividades religiosas são monitoradas e os cristãos são impedidos até mesmo de realizar cerimônias religiosas, como casamentos, por exemplo”.

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